Claudicação intermitente. Dor ao caminhar. Dor para andar pode ser doença arterial.

A dor para andar é uma das dores mais características de doenças vascular arterial. A evolução da aterosclerose obstrui a passagem de sangue. O Dr Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br) explica o que é esse sintoma, e também dá dicas de como melhorar.

O Prof. Dr. Alexandre Amato é professor de cirurgia vascular da UNISA e chefe da cirurgia vascular do Instituto Amato (www.amato.com.br). Cirurgião Vascular e Varizes????‍⚕Especialista em Lipedema, Doutor (PhD) pela USP????Médico Assist. Hosp. San Raffaele – Milão 2008 ???????? Prof. da UNISA????‍????????11 50532222
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Olá, sou o Dr. Alexandre Amato, cirurgião vascular do Instituto Amato, e hoje vou falar sobre a claudicação intermitente. O que é a claudicação intermitente? Claudicar no dicionário de português é “mancar”, mas Claudicação intermitente é um sintoma da doença arterial, da aterosclerose e da doença arterial obstrutiva periférica que já comentei em outros vídeos. A claudicação intermitente mais típica ocorre em membros inferiores. Então quando há uma obstrução da artéria, não chega sangue suficiente para nutrir os músculos. Então, o que o paciente vai sentir? Vai sentir dor. E essa dor vai aparecer quando a musculatura precisar de mais oxigênio. Quando isso acontece? Quando está fazendo exercício. E o exercício pode ser uma mera caminhada. Então, o paciente vai sentir a dor da seguinte forma: ele vai caminhar uma determinada distância. Vai começar a sentir dor. Essa dor vai se tornar intolerável. Ele precisa parar por causa dessa dor. Ele vai parar, vai descansar um pouco e vai voltar a caminhar. Essa distância ela tende a ser sempre igual. Ela pode ir aumentando ou diminuindo com a progressão, a piora da doença ou pode aumentar com a distância percorrida, com o tratamento da doença. Então a claudicação intermitente ocorre em membros inferiores mas pode ocorrer em membros superiores também. Se fizer exercícios em membros superiores e tiver uma obstrução arterial, pode haver comprometimento da musculatura pela falta de oxigênio e acabar desencadeando uma dor semelhante. Quando isso acontece na vida normalmente? então para mulheres quando está fazendo exercício por exemplo lavar uma roupa, pentear o cabelo, fazer o cabelo que tem que fazer leva bastante tempo. Isso pode demandar mais oxigênio do que a artéria consegue suprir e acaba causando essa dor, uma dor em constrição e tem que esperar um pouquinho para depois continuar. Então Essa é a claudicação intermitente de membros superiores. Em membros inferiores, a claudicação já expliquei como é que é. Mas existe também a claudicação intestinal. É uma dor um pouquinho diferente. É uma dor que ocorre depois da alimentação. Então o paciente come o intestino precisa de mais oxigênio para funcionar. Mas se as artérias do intestino estiverem obstruídas. Pode não haver esse fornecimento de oxigênio e o paciente sente uma dor após a alimentação. Essa é a chamada claudicação intestinal. Todas elas são decorrentes de uma doença crônica não uma doença aguda não é algo que aparece da noite para o dia. É uma doença que vai evoluindo lenta e progressivamente. Normalmente começa cedo na vida. As primeiras lesões e com a persistência dos hábitos de vida maléficos como: o tabagismo, como o sedentarismo, como a alimentação errada com muita gordura. Todos esses fatores acabam levando então a progressão da doença e o aparecimento dos sintomas. Uma dica para melhorar os sintomas é a hidratação. Tomar bastante água, tomar bastante líquido. Isso tende a melhorar os sintomas da claudicação. Gostou do nosso vídeo? curta. Compartilhe. Assine nosso canal. Clica no Sininho e até a próxima.

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Prof. Dra. Marisa Amato

Especialista em Cardiologia pela Associação Médica Brasileira. Mestrado em Ciências, na área de Fisiologia Humana, pela Universidade de São Paulo,1982. Doutorado em Medicina pela Universidade de São Paulo,1988. Bolsista de pós doutorado do governo alemão pela Fundação Alexander von Humboldt, em Hamburg, 1992/1993. Professora Livre Docente de Cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, 1998. Artigo Científico com repercussão internacional, publicado na Heart British Medical Journal, servindo de referência para o Consenso Europeu de Cardiopatias Valvares, 2001. MBA em Economia e Gestão em Saúde pela Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo,em 2005.Presidenta da Academia de Medicina de São Paulo, biênio 1997/1998. Membro do Conselho de Cultura da Associação Paulista de Medicina, biênio 1999/2002. Membro do Conselho de Economia, Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo do Sesc e do Senac, desde março de 2008.Presidenta do Clube Humboldt do Brasil, eleita em novembro de 2008. CRM: 30400 RTE 056950