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Angina: o que é, tipos, sintomas, diagnóstico e tratamento

Angina: Entenda as Causas, Sintomas, Tipos e Tratamentos da Dor no Peito de Origem Cardíaca

A dor no peito é uma das queixas mais frequentes em consultórios médicos e emergências hospitalares. Entre as diversas causas possíveis, a angina — ou angina pectoris — merece atenção especial por ser uma manifestação direta de sofrimento do músculo cardíaco causado por fluxo sanguíneo insuficiente. A angina não é uma doença em si, mas um sintoma que sinaliza que o coração não está recebendo oxigênio em quantidade adequada para suas necessidades.

Estima-se que milhões de brasileiros convivam com angina, muitos sem diagnóstico adequado. Compreender o que causa essa condição, reconhecer seus diferentes tipos e saber quando procurar ajuda médica pode fazer a diferença entre um tratamento eficaz e uma complicação grave, como o infarto agudo do miocárdio.

Neste artigo abrangente, vamos explicar em detalhes o que é a angina, como ela se manifesta, quais são os métodos diagnósticos disponíveis e as opções de tratamento mais atuais. Glossário de termos médicos está disponível para consulta caso encontre termos desconhecidos ao longo da leitura.

O Que É Angina?

A angina é uma dor ou desconforto no peito que ocorre quando uma região do músculo cardíaco (miocárdio) não recebe sangue rico em oxigênio em quantidade suficiente. Esse desequilíbrio entre a oferta e a demanda de oxigênio pelo coração é chamado de isquemia miocárdica.

O Conceito de Isquemia

O coração é um músculo que trabalha ininterruptamente, bombeando cerca de 7 mil litros de sangue por dia. Para manter essa atividade constante, ele próprio precisa de um suprimento contínuo de sangue oxigenado, fornecido pelas artérias coronárias — vasos sanguíneos que se ramificam a partir da aorta e envolvem o coração.

Quando as artérias coronárias estão parcial ou totalmente obstruídas, ou quando ocorre um espasmo (contração involuntária) dessas artérias, o fluxo sanguíneo para o miocárdio é reduzido. Se essa redução é transitória e o músculo cardíaco sofre temporariamente sem necrose (morte celular), temos a isquemia. A angina é o sintoma clínico dessa isquemia — uma espécie de “grito de socorro” do coração pedindo mais oxigênio.

É fundamental entender que a angina representa isquemia reversível. Quando a isquemia se prolonga e causa dano permanente ao músculo cardíaco, estamos diante de um infarto do miocárdio, uma condição muito mais grave e potencialmente fatal. Saiba mais sobre doenças vasculares e aterosclerose, processos intimamente ligados à angina.

Tipos de Angina

Existem diferentes formas de angina, cada uma com características, mecanismos e implicações clínicas distintas. A classificação correta do tipo de angina é essencial para definir a abordagem terapêutica adequada:

Angina Estável

A angina estável (também chamada de angina crônica estável ou angina de esforço) é a forma mais comum. Suas características principais incluem:

A angina estável geralmente indica a presença de placas de aterosclerose que estreitam significativamente (tipicamente mais de 70%) uma ou mais artérias coronárias. Embora seja uma condição crônica, ela pode ser manejada com medicamentos e mudanças no estilo de vida, e muitos pacientes mantêm boa qualidade de vida por anos.

Angina Instável

A angina instável representa uma situação muito mais preocupante e é considerada uma emergência médica. Ela é classificada como parte das síndromes coronarianas agudas, juntamente com o infarto do miocárdio. Suas características distintivas são:

A angina instável frequentemente indica ruptura ou erosão de uma placa de aterosclerose com formação de trombo (coágulo) parcial, ameaçando a oclusão completa da artéria. Sem tratamento adequado e urgente, pode progredir para infarto do miocárdio. Todo paciente com suspeita de angina instável deve procurar atendimento de emergência imediatamente.

Angina Variante (Angina de Prinzmetal)

A angina de Prinzmetal, também conhecida como angina variante ou angina vasoespástica, é uma forma relativamente rara que se distingue das demais por seu mecanismo:

Angina Microvascular

A angina microvascular (anteriormente conhecida como síndrome cardíaca X) ocorre quando há disfunção dos pequenos vasos sanguíneos (microvasculatura) do coração. Suas características incluem:

Causas da Angina

As causas da angina estão relacionadas a qualquer condição que reduza o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco ou que aumente excessivamente a demanda de oxigênio pelo coração:

Aterosclerose Coronariana

A aterosclerose é, de longe, a causa mais comum de angina. Trata-se de um processo patológico crônico no qual placas compostas por gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias se acumulam nas paredes internas das artérias coronárias, estreitando progressivamente seu lúmen (espaço interno). Quando o estreitamento ultrapassa 70% do diâmetro do vaso, o fluxo sanguíneo em situações de maior demanda (como exercício físico) torna-se insuficiente, gerando isquemia e angina.

A aterosclerose é um processo silencioso que se desenvolve ao longo de décadas, influenciado por fatores genéticos e pelo estilo de vida. As placas ateroscleróticas podem ser estáveis (causando angina estável) ou instáveis (sujeitas a ruptura, causando angina instável ou infarto).

Espasmo Coronariano

Como descrito na angina de Prinzmetal, o espasmo coronariano é uma contração involuntária e temporária da musculatura lisa da parede da artéria coronária. Pode ocorrer em artérias normais ou sobre placas ateroscleróticas preexistentes. O espasmo reduz drasticamente o fluxo sanguíneo, podendo causar isquemia significativa. Fatores desencadeantes incluem tabagismo, uso de cocaína, exposição ao frio intenso e estresse emocional.

Disfunção Microvascular

Na disfunção microvascular coronariana, os pequenos vasos sanguíneos do coração não funcionam adequadamente. A capacidade de vasodilatação está comprometida, ou há vasoconstricção excessiva, resultando em perfusão miocárdica insuficiente apesar de artérias coronárias epicárdicas normais. Condições como diabetes, hipertensão e inflamação crônica contribuem para a disfunção microvascular.

Fatores de Risco

Os fatores de risco para angina são essencialmente os mesmos da doença arterial coronariana e da aterosclerose. Eles podem ser divididos em modificáveis e não modificáveis:

Fatores de Risco Não Modificáveis

Fatores de Risco Modificáveis

Sintomas da Angina

Reconhecer os sintomas da angina é fundamental para buscar atendimento médico adequado e prevenir complicações graves como o infarto do miocárdio.

Dor ou Pressão no Peito

O sintoma cardinal da angina é a dor ou desconforto torácico. Sua apresentação clássica inclui:

Irradiação da Dor

A dor da angina frequentemente se irradia (se espalha) para outras regiões do corpo, incluindo:

Fatores Desencadeantes e Duração

Na angina estável, os episódios são tipicamente desencadeados por:

  1. Esforço físico (caminhar em subida, subir escadas, carregar peso)
  2. Estresse emocional ou raiva
  3. Exposição a temperaturas extremas, especialmente frio intenso
  4. Refeições copiosas
  5. Relação sexual

A duração típica da angina estável é de 2 a 10 minutos, com alívio em repouso ou com nitroglicerina. Episódios com duração superior a 20 minutos devem levantar a suspeita de angina instável ou infarto do miocárdio e requerem atendimento de emergência.

Diferença entre Angina e Infarto do Miocárdio

É crucial distinguir a angina do infarto. Embora ambos compartilhem a causa fundamental (isquemia miocárdica), existem diferenças importantes:

Na dúvida entre angina e infarto, sempre assuma a pior hipótese e procure atendimento de emergência imediatamente. Ligue para o SAMU (192) ou dirija-se ao pronto-socorro mais próximo.

Apresentações Atípicas

Nem sempre a angina se manifesta com dor torácica clássica. Apresentações atípicas são mais comuns em mulheres, idosos e pacientes diabéticos, e podem incluir:

Diagnóstico da Angina

O diagnóstico da angina começa com uma história clínica detalhada e exame físico, seguidos por exames complementares que avaliam a presença e a gravidade da doença coronariana. Conheça o Amato Instituto de Medicina Avançada para avaliação especializada.

Teste Ergométrico (Teste de Esforço)

O teste ergométrico é frequentemente o primeiro exame solicitado na investigação de angina. O paciente caminha em uma esteira ou pedala em uma bicicleta ergométrica enquanto sua frequência cardíaca, pressão arterial e eletrocardiograma são monitorados continuamente. O objetivo é provocar isquemia miocárdica sob condições controladas, buscando alterações no ECG e reprodução dos sintomas.

O teste ergométrico fornece informações valiosas sobre a capacidade funcional do paciente, a carga de esforço que desencadeia isquemia e a resposta da pressão arterial ao exercício. Em pacientes que não conseguem realizar exercício físico, podem ser utilizados testes farmacológicos com substâncias como dipiridamol, adenosina ou dobutamina, combinados com ecocardiografia ou cintilografia miocárdica.

Angiotomografia Coronariana (Coronária por Tomografia Computadorizada)

A angiotomografia coronariana é um exame de imagem não invasivo que utiliza tomografia computadorizada com contraste intravenoso para visualizar diretamente as artérias coronárias e detectar a presença de placas de aterosclerose e obstruções. Suas vantagens incluem:

A angiotomografia é particularmente útil em pacientes com probabilidade intermediária de doença coronariana e naqueles com resultados inconclusivos em testes funcionais.

Cateterismo Cardíaco (Coronariografia)

O cateterismo cardíaco com coronariografia é considerado o exame padrão-ouro para o diagnóstico da doença coronariana. Trata-se de um procedimento invasivo no qual um cateter é introduzido, geralmente pela artéria radial (punho) ou femoral (virilha), e guiado até as artérias coronárias. Injeta-se contraste radiopaco diretamente nas coronárias, permitindo visualizar em tempo real a anatomia das artérias e a localização e gravidade das obstruções.

O cateterismo oferece a vantagem de poder ser diagnóstico e terapêutico simultaneamente — caso se identifique uma obstrução significativa, pode-se realizar uma angioplastia com implante de stent no mesmo procedimento. É indicado quando há forte suspeita de doença coronariana significativa, quando os testes não invasivos sugerem isquemia importante, ou quando o paciente apresenta angina instável ou infarto.

Outros Exames Complementares

Tratamento da Angina

O tratamento da angina visa aliviar os sintomas, melhorar a qualidade de vida e, sobretudo, reduzir o risco de eventos cardiovasculares graves como infarto e morte. A abordagem é multifacetada, combinando medicamentos, procedimentos intervencionistas quando indicados e modificações no estilo de vida.

Tratamento Medicamentoso

Os medicamentos utilizados no tratamento da angina podem ser divididos em duas categorias: aqueles que aliviam os sintomas e aqueles que melhoram o prognóstico.

Medicamentos para alívio e prevenção dos sintomas:

Medicamentos para melhora do prognóstico:

Intervenção Coronária Percutânea (Angioplastia com Stent)

A angioplastia coronária é um procedimento minimamente invasivo realizado durante o cateterismo cardíaco. Um cateter com um pequeno balão na ponta é introduzido até o local da obstrução na artéria coronária. O balão é inflado, comprimindo a placa de aterosclerose contra a parede do vaso e restaurando o fluxo sanguíneo. Na grande maioria dos casos, um stent (pequena estrutura metálica em forma de tubo) é implantado no local para manter a artéria aberta.

Os stents farmacológicos modernos são revestidos com medicamentos que inibem a proliferação celular, reduzindo significativamente a taxa de reestenose (novo estreitamento do vaso). A angioplastia é particularmente indicada na angina instável, no infarto agudo e na angina estável que não responde adequadamente ao tratamento medicamentoso otimizado.

Cirurgia de Revascularização Miocárdica (Ponte de Safena/Mamária)

A cirurgia de revascularização miocárdica (popularmente conhecida como “ponte de safena”) é indicada em pacientes com doença coronariana extensa, comprometimento de múltiplas artérias ou obstrução do tronco da coronária esquerda. O procedimento consiste em criar novos caminhos (pontes) para o sangue chegar ao músculo cardíaco, contornando as obstruções.

Os enxertos mais utilizados são:

A cirurgia de revascularização demonstrou benefícios claros em termos de sobrevida e alívio de sintomas em pacientes com doença triarterial (comprometimento de três artérias coronárias), especialmente quando associada à disfunção ventricular esquerda ou diabetes.

Mudanças no Estilo de Vida

As modificações no estilo de vida são um componente absolutamente essencial do tratamento da angina e da doença coronariana. Nenhum medicamento ou procedimento substitui a importância de hábitos saudáveis:

Cessação do Tabagismo

Parar de fumar é, possivelmente, a medida isolada mais importante que um paciente com angina pode adotar. O risco cardiovascular começa a diminuir já nas primeiras semanas após a cessação e reduz progressivamente ao longo dos anos. Existem diversas estratégias de apoio à cessação, incluindo terapia cognitivo-comportamental, reposição de nicotina, bupropiona e vareniclina.

Alimentação Saudável

Adotar uma dieta cardioprotetora, como a dieta mediterrânea, rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, peixes, azeite de oliva e oleaginosas, com redução do consumo de gorduras saturadas, gorduras trans, sódio e açúcares. Essa dieta demonstrou reduzir eventos cardiovasculares em estudos clínicos de grande porte.

Atividade Física Regular

A prática regular de exercícios físicos melhora a capacidade funcional, reduz os fatores de risco cardiovascular e melhora a qualidade de vida. Recomenda-se, sob orientação médica, pelo menos 150 minutos semanais de atividade aeróbica de intensidade moderada (como caminhada rápida) ou 75 minutos de intensidade vigorosa. A reabilitação cardíaca supervisionada é altamente recomendada para pacientes com angina e após eventos coronarianos agudos.

Controle do Peso

Manter um peso saudável (índice de massa corporal entre 18,5 e 24,9 kg/m²) é fundamental. Mesmo perdas modestas de peso (5-10% do peso corporal) em pacientes com sobrepeso ou obesidade produzem melhorias significativas na pressão arterial, perfil lipídico e controle glicêmico.

Gerenciamento do Estresse

Técnicas de manejo do estresse, como meditação, mindfulness, ioga, atividades de lazer e, quando necessário, acompanhamento psicológico, podem ajudar a reduzir a carga sobre o sistema cardiovascular e melhorar o bem-estar geral do paciente.

Controle Rigoroso de Comorbidades

Manter a hipertensão, o diabetes e a dislipidemia sob controle adequado é imprescindível. O acompanhamento médico regular com verificação periódica dos níveis de pressão arterial, glicemia e colesterol permite ajustes terapêuticos oportunos.

Perguntas Frequentes sobre Angina

Angina pode virar infarto?

Sim, especialmente a angina instável, que representa uma situação de alto risco para progressão para infarto agudo do miocárdio. Na angina instável, a placa de aterosclerose está vulnerável e pode sofrer ruptura com formação de trombo, ocluindo completamente a artéria coronária. Mesmo a angina estável indica a presença de doença coronariana que, se não tratada, pode evoluir. Por isso, todo paciente com angina deve manter acompanhamento cardiológico regular e tratamento otimizado dos fatores de risco.

Qual a diferença entre angina e infarto?

A principal diferença está na duração e reversibilidade da isquemia. Na angina, a isquemia é transitória (geralmente menos de 20 minutos) e reversível, sem causar morte do músculo cardíaco. No infarto, a isquemia é prolongada e causa necrose (morte) irreversível de uma área do miocárdio. Clinicamente, a dor do infarto costuma ser mais intensa, mais prolongada (acima de 20-30 minutos), não alivia completamente com repouso ou nitroglicerina, e frequentemente é acompanhada por sudorese, náuseas e sensação de morte iminente.

Mulheres têm angina diferente dos homens?

Sim, as mulheres frequentemente apresentam sintomas atípicos de angina, o que pode dificultar e retardar o diagnóstico. Enquanto homens tipicamente relatam dor torácica clássica em aperto ou pressão, mulheres podem apresentar falta de ar, fadiga intensa, dor na mandíbula, náuseas ou desconforto abdominal como sintomas predominantes, sem a dor torácica típica. Além disso, as mulheres são mais propensas à angina microvascular, na qual a coronariografia pode ser normal, levando a diagnósticos errôneos. A conscientização sobre essas diferenças é fundamental para melhorar o reconhecimento e o tratamento da doença coronariana em mulheres.

É possível ter angina com coronárias normais?

Sim. A angina microvascular ocorre quando há disfunção dos pequenos vasos sanguíneos do coração, que não são visualizados na coronariografia convencional. Nesse caso, as artérias coronárias principais parecem normais, mas o paciente apresenta isquemia real causada pela incapacidade dos microvasos de dilatar adequadamente. A angina de Prinzmetal (vasoespástica) também pode ocorrer em artérias sem obstruções fixas significativas. Testes funcionais especializados, como a avaliação de reserva de fluxo coronariano, podem ajudar a confirmar esses diagnósticos.

Posso fazer exercícios com angina estável?

Sim, e na verdade a atividade física regular é uma parte importante do tratamento da angina estável. O exercício supervisionado melhora a capacidade funcional, reduz os sintomas e melhora a qualidade de vida. Programas de reabilitação cardíaca, conduzidos por equipes multidisciplinares, são altamente recomendados. É essencial, porém, que o paciente seja avaliado pelo cardiologista antes de iniciar qualquer programa de exercícios, para que sejam definidos limites seguros de intensidade e frequência cardíaca, e que a medicação esteja otimizada.

Angina tem cura?

A angina em si pode ser controlada de forma eficaz com tratamento medicamentoso, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, procedimentos de revascularização (angioplastia ou cirurgia). Muitos pacientes alcançam a remissão completa dos sintomas. No entanto, a doença coronariana subjacente (aterosclerose) é uma condição crônica que requer vigilância e tratamento contínuos. A prevenção secundária — com uso de estatinas, antiplaquetários, controle dos fatores de risco e hábitos saudáveis — deve ser mantida ao longo de toda a vida para minimizar o risco de progressão da doença e de novos eventos cardiovasculares.

Conclusão

A angina é um sinal de alerta importante que não deve ser ignorado. Ela indica que o coração está sofrendo com a falta de oxigênio e que existe um risco real de complicações graves se medidas adequadas não forem tomadas. O avanço da medicina nos oferece hoje um arsenal terapêutico amplo e eficaz, que vai desde medicamentos que controlam os sintomas e melhoram o prognóstico até procedimentos de revascularização que podem restaurar o fluxo sanguíneo coronariano.

No entanto, nenhum tratamento é completo sem o compromisso do paciente com mudanças no estilo de vida. A cessação do tabagismo, a alimentação saudável, a prática regular de exercícios físicos e o controle rigoroso de comorbidades como hipertensão, diabetes e dislipidemia são pilares indispensáveis no manejo da angina e na prevenção de eventos cardiovasculares.

Se você apresenta dor ou desconforto no peito, especialmente ao esforço, não adie a busca por avaliação médica. O diagnóstico precoce da angina e da doença coronariana permite intervenções oportunas que podem preservar a saúde do seu coração e salvar sua vida. Conheça o Amato Instituto de Medicina Avançada e agende uma consulta com um especialista.

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